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Added by Deysi at 10:33, 11.08.2012
f.umbelina diz:PRESIDENCIAIS 2011-2aa VOLTAVOTA NO PINTO DA COSTA!!!!VOTA NO 1ba QUADRADINHONO DIA 7/AGOSTO: VOTA NO PINTO DA COSTA.DECLARAc7c3O DE PINTO DA COSTA EM ENTREVISTA EXCLUSIVA AO Te9la Nf3n .“O meu adverse1rio nesta eleie7e3o e9 Evaristo de Carvalho ne3o e9 Patrice Trovoada”31 Julho 2011 Te9la Nf3n – Pediu nos faltimos dias de caahmnpa uma vitf3ria clara e0 primeira volta mas ne3o conseguiu. Foi uma vitf3ria com sabor a derrota?PC- Ne3o. De maneira nenhuma. Ne3o deixou de ser uma vitf3ria clara. O povo Santomense entendeu a minha mensagem e decidiu atribuir-me um nfamero total de votos praticamente igual aos dois candidatos mais votados em segundo e terceiro lugar.Te9la Nf3n – Porque pediu uma vitf3ria e0 primeira volta?PC- Atendendo e0 situae7e3o econf3mica e social em que o paeds se encontra e considerando os custos elevados de mais uma caahmnpa eleitoral, ale9m de uma certa paralisia da vida nacional que sempre se verifica em e9poca de eleie7f5es, julgo que teria sido preferedvel resolver tudo na primeira volta, mas naturalmente o povo e9 soberano e eu respeito a capacidade de decise3o do nosso povo.Te9la Nf3n – Ao comentar os resultados eleitorais denunciou o levantamento no faltimo dia de caahmnpa de uma avultada quantia na banca. Com que objectivo?Eu ne3o denunciei. Eu apelei a que o assunto fosse investigado tendo em conta notedcias previamente divulgadas na comunicae7e3o social, nomeadamente no Te9la Nf3n. c9 o que acontece em qualquer regime democre1tico. c9 preciso, de uma vez por todas, combater a ine9rcia instalada na nossa sociedade que leva a que se aceitem como normais, situae7f5es que ultrapassam claramente o domednio da normalidade.Te9la Nf3n – Apelou ao Procurador-Geral da Repfablica para que abrisse um inque9rito mas ate9 agora nada aconteceu.Fi-lo como cidade3o preocupado com a transpareancia da nossa democracia. Apenas isso. Ao Senhor Procurador-Geral da Repfablica cabe definir o e2mbito da sua actuae7e3o. Dizer mais do que isto poderia ser interpretado como uma tentativa de influenciar e condicionar a sua decise3o. Assegurar uma clara independeancia do poder judicial face ao poder poledtico, e vice--versa, deve ser uma preocupae7e3o constante e de todos. Sem prejuedzo do que acabo de referir, e9 um facto que ate9 e0 presente data ne3o houve confirmae7e3o da abertura de inque9rito criminal, sendo que o povo aguarda a respectiva abertura e a investigae7e3o correspondente, o que ne3o pode deixar de suceder perante a suspeie7e3o criada pelas notedcias vindas a pfablico. Ale9m disso, o povo ne3o entendere1 que as conclusf5es fundamentadas de tal inque9rito ne3o sejam publicadas, ou seja, tais conclusf5es tere3o que ser pfablicas.Te9la Nf3n – O seu apelo ao procurador-geral da repfablica foi criticado pelo primeiro-ministro.Admito como natural que o primeiro-ministro, devido e0s fune7f5es que ocupa, tenha informae7f5es sobre o que se passou de que eu ne3o disponho e que lhe permitiram fazer as afirmae7f5es e esclarecimentos que entendeu prestar. Na minha intervene7e3o ne3o fiz qualquer refereancia ao governo. Em qualquer regime democre1tico e9 normal que situae7f5es denunciadas na comunicae7e3o social sejam investigadas pelas autoridades. O Procurador-Geral da Repfablica como f3rge3o superior do Ministe9rio Pfablico tem o dever de defender a legalidade democre1tica no paeds e de promover a ace7e3o penal. Havendo, como he1 suspeie7f5es graves sobre pre1ticas de entidades ne3o identificadas, deve ser ordenada a abertura de um inque9rito. Na minha qualidade de cidade3o e de candidato e0 Presideancia da Repfablica ne3o me posso demitir das minhas responsabilidades.Te9la Nf3n – Mas ne3o foi sf3 essa credtica que Patrice Trovoada lhe dirigiu. Je1 na caahmnpa o tinha feito. Como comenta as suas intervene7f5es na caahmnpa e depois das eleie7f5es?PC- Acho que se3o intervene7f5es normais, prf3prias de um ledder partide1rio que este1 a lutar para que o candidato do seu partido ganhe as eleie7f5es. Nada mais que isso.Te9la Nf3n – Patrice Trovoada sugeriu que pedisse conselhos a antigos presidentes e primeiros-ministros para melhor entender o sistema poledtico actual…PC- Eu sei o que disse e tem dito o secrete1rio-geral do ADI. Em mate9ria de conselhos tenho procurado aconselhar-me, sobretudo, junto do povo onde tenho encontrado outro tipo de preocupae7f5es. Tenho de confessar que tenho aprendido grandes lie7f5es. Desde logo que uma das grandes prioridades para o paeds tere1 de ser, nos prf3ximos anos, a de vencer a pobreza. Temos de, uma vez por todas, unir esfore7os para acabar com o sofrimento de todos os que vivem sem condie7f5es mednimas de sobreviveancia e dignidade. Sem bens essenciais, como por exemplo, o fornecimento de energia ele9ctrica e e1gua.Te9la Nf3n – As credticas que o primeiro-ministro lhe tem dirigido ne3o podere3o colocar em causa um futuro relacionamento e cooperae7e3o institucional com o primeiro-ministro?PC – Da minha parte ne3o. O que este1 em causa dia 7 de Agosto e9 a eleie7e3o de um presidente da repfablica ne3o e9 a escolha de um novo governo ou de um novo primeiro-ministro. c9 uma distine7e3o que deve ficar clara para toda a gente e sobre a qual ne3o tenho qualquer dfavida. O meu adverse1rio nestas eleie7f5es e9 Evaristo Carvalho ne3o e9 Patrice Trovoada. O prf3prio primeiro-ministro admitiu que a sua participae7e3o nesta caahmnpa tem sido feita na qualidade de ledder da ADI. Cabe aos eleitores e ne3o a mim apreciar a caahmnpa de cada um dos candidatos e tirar as suas conclusf5es.Te9la Nf3n – Mas acha que os eleitores conseguem distinguir se e9 o primeiro-ministro ou o ledder da ADI que este1 a critice1-lo? PC – Essa e9 uma pergunta que deve ser colocada ao primeiro-ministro. Note que o povo e9 soberano e eu ne3o sou daqueles que pensa que o povo ne3o sabe decidir. O povo sabe distinguir, sabe interpretar e estou certo que sabere1 decidir o que este1 em causa nestas eleie7f5es presidenciais.Te9la Nf3n – Existe ou ne3o risco de os eleitores concluedrem que nestas eleie7f5es estare1 em causa uma luta poledtica entre o candidato Pinto da Costa e o primeiro-ministro Patrice Trovoada?Ningue9m ouviu na minha caahmnpa qualquer credtica ao chefe do governo. Nem ve3o ouvir. Eu defendo que os governos devem cumprir os 4 anos da legislatura. Escrevi-o no livro “Terra Firme”, classificado como manifesto eleitoral por uma conhecida e prestigiada jornalista. Essa e9 pois, uma promessa que vou cumprir caso seja eleito.Te9la Nf3n – Disse, no entanto, que havia um dever de reserva do primeiro-ministro durante a caahmnpa eleitoral.PC – c9 a minha opinie3o. Repare, por exemplo, no que se passou com o actual Presidente da Repfablica. Fradique de Menezes tinha a sua prefereancia mas optou por ne3o declarar simpatia ou apoio a qualquer dos candidatos que se apresentaram ao sufre1gio do passado dia 17 de Julho. Julgo que o tere1 feito em nome do sentido de estado e da isene7e3o que as elevadas fune7f5es do Estado que exerce, lhe exigem.Te9la Nf3n – Para concluir e voltando e0 sua intervene7e3o da passada quarta- feira. Houve quem o criticasse por ter afirmado que ne3o estava disponedvel para negociar acordos para esta segunda volta acusando-o de arroge2ncia.Eu julgo que foi evidente o que afirmei. Te3o evidente que Delfim Neves, Maria das Neves e Elsa Pinto, o compreenderam e declararam o seu apoio e0 minha candidatura sem qualquer contrapartida. Recordo ainda que Aure9lio Martins je1 o havia feito ainda antes de eu ter produzido essa afirmae7e3o. Admitindo, no entanto, que possa ter sido mal entendida queria dizer apenas o seguinte. Ne3o vejo o que e9 que um candidato a presidente da repfablica teria para oferecer em negociae7f5es desse teor. Tratando-se de um f3rge3o unipessoal este3o em causa as propostas com que me apresentei ao eleitorado resultantes das minhas convice7f5es sobre o que julgo ser melhor para o paeds. Todos estare3o de acordo, que convice7f5es ne3o se3o negocie1veis. O que esteve em causa nessa declarae7e3o foi tornar claro que a minha candidatura ne3o e9 um projecto de poder a qualquer pree7o e sujeito a qualquer tipo de aritme9tica eleitoral. Sf3 posso lamentar se algumas pessoas ne3o o entenderam. Pelo meu passado, pelo papel que desempenhei na histf3ria deste paeds, tenho uma dedvida para com os santomenses que quero saldar caso seja eleito e que passa por tudo fazer para colocar finalmente o paeds no caminho do desenvolvimento sustente1vel. Vencendo a instabilidade. Vencendo a corrupe7e3o. Vencendo a pobreza. Tenho a certeza que e9 possedvel e todos sere3o necesse1rios para podermos ganhar esse futuro je1 a partir do dia 7 de Agosto.
Added by vvrmjfb at 19:44, 11.08.2012
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Added by ncnfwrn at 17:54, 13.08.2012
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